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Paula Aguiar participa de comitê técnico que debate normas internacionais de produtos para atividades sexuais

ISO (International Organization for Standardization) é uma Federação Mundial de entidades internacionais de normalização. O trabalho de preparação de normas internacionais é efetuado pela ISO através de seus comitês técnicos. Organizações internacionais, governamentais e não governamentais em ligação com a ISO, também participam dos trabalhos. Nestes mesmos moldes no Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Brasileiro de Normatização.

Paula-Aguiar-presidente-abemeEspecificamente para a área da saúde, existe o CB (Comitê Brasileiro) de número 26: Médico Odonto Hospitalar, que abrange vários Comitês de Estudos, a participação de Paula Aguiar está em duas frentes no momento, a Comissão de Estudos  CE 26:120.02 – Classificação e terminologia de produtos de apoio para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, especificamente na classe 9, Produtos assistivos para proteção e cuidados pessoais que abrange os produtos para atividades sexuais e o CE 26:080.01 – Contraceptivos mecânicos, especificamente atuando nas normas de preservativos.

O Comitê Técnico, neste caso, o CB-26, é o órgão de coordenação, planejamento e execução das atividades de normalização técnica relacionadas com seu âmbito de atuação, que devem compatibilizar os interesses dos produtores com os dos consumidores. A elaboração, tradução, adaptação e atualização das normas internacionais – ISO são importantes para que as mesmas sejam utilizadas em todo território brasileiro, pois segue de encontro às necessidades dos profissionais e empresas para atuarem de forma correta e assertiva, seguindo as orientações das normas estabelecidas pela ISO.

Para nós brasileiros, é um grande privilégio termos acesso à participação de discussões de alto nível nas reuniões dos comitês de estudo, de forma a contribuir mais ativamente na construção, discussão e entendimento destas normas que vão direcionar as ações futuras do setor de produtos para a saúde no Brasil e do mundo.

O avanço do setor erótico faz também com que avaliemos melhor os processos de fabricação, distribuição, acondicionamento, comércio e armazenamento e pleitearemos brevemente estudos profundos e detalhados de cada passo e de cada fase desses processos, a fim de preservar aos usuários a qualidade destes produtos. Dessa forma, toda a fabricação de acessórios e produtos para atividades sexuais, assim como os procedimentos de uso, devem basear-se em orientações técnicas e têm sua segurança e qualidade asseguradas através destas normas.

Para Paula Aguiar é apenas o primeiro degrau em busca da normatização deste setor, alguns anos serão necessários para debater o assunto, isto é apenas o começo de muita dedicação e trabalho em busca da transformação.

Fonte: ABEME

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