A Indústria do prazer em Pernambuco. | ABEME

A Indústria do prazer em Pernambuco.

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Augusto Freitas – augustofreitas.pe@dabr.com.br
Consumo de artigos eróticos e emprega mais de 50 mil, mas ainda pode crescer.

A pergunta é um tanto indiscreta, mas merece espaço – sobretudo frente a um setor que emprega mais de 50 mil pessoas no país. Afinal, a que você recorre para apimentar a relação a dois? Para alguns, um jantar romântico, viagem a um paraíso virgem, presentes ou até ´reza forte` solucionam o problema. Outros, no entanto, preferem explorar, digamos, produtos mais ousados. Será que resolve? Os números mostram que sim.


Alessandra Loureiro trocou uma confecção infantil pela sex shop e contabiliza lucros

Dúvidas à parte, o mercado de artigos sensuais (ou eróticos), cujo surgimento se deu no fim da década de 1970, cresce de forma expressiva no Brasil e revela um novo perfil de consumidor. Somente em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o segmento teve um acréscimo de 17%. Parece pouco diante de uma sociedade marcada por tabus sexuais, mas o índice reflete uma mudança radical nesse setor econômico.

Da água para o vinho. É assim que se pode traduzir a trajetória da empresária Alessandra de Lima Loureiro, 40, que há cinco anos trocou a venda de confecções infantis por roupas mais ´quentes`. Em 2006, virou sócia de uma sex shop com um amigo e tempos depois era a dona do negócio, inclusive modificando o nome. Nos últimos três anos, segundo Alessandra, o movimento cresceu 40%.

Entre ousadas lingeries, fantasias, cosméticos e ´brinquedinhos`, um universo misterioso e rentável. ´Os clientes chegam querendo melhorar a relação amorosa. Como não há vendedores do sexo masculino, a vergonha logo vai embora. Há o lado profissional, mas trabalhamos a questão educativa. Cria-se um ciclo de amizade entre consumidores assíduos`, revela.

Além de vender artigos com preços de R$ 5 a R$ 250, Alessandra ministra cursos de dança, pompoarismo (técnica oriental de prazer sexual), palestras e oferece serviço de fotos sensuais em estúdio. Segundo ela, 90% dos clientes são mulheres, com idade entre 28 e 45 anos, que gastam direto na loja. Os 10% restantes são homens que compram (por inibição) por telefone e recebem o pedido em casa.

Dados da Abeme revelam que o gasto médio dos brasileiros com produtos sensuais fica entre R$ 20 e R$ 50, cifra pequena, embora o poder aquisitivo tenha aumentado nos últimos anos. Os nordestinos contribuem com 14% do mercado e, em Pernambuco, os consumidores representam menos de 1% das vendas.

Fonte: Diário de Pernambuco

 

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Postado por admin   @   13 February 2011 2 comentarios

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2 Comentarios

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Comentarios
Jun 15, 2011
13:08
#1 sabor caliente sex shop :

me tronei sua fã a partir do momento q li a reportagem,ainda quero chegar la ,se deus quiser,muito sucesso para nós…

Jul 27, 2011
00:32
#2 Deselos Lingerie e Sex Shop :

Estou gostando muito!!!!!!!!!!

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