A pergunta é um tanto indiscreta, mas merece espaço – sobretudo frente a um setor que emprega mais de 50 mil pessoas no país. Afinal, a que você recorre para apimentar a relação a dois? Para alguns, um jantar romântico, viagem a um paraíso virgem, presentes ou até ´reza forte` solucionam o problema. Outros, no entanto, preferem explorar, digamos, produtos mais ousados. Será que resolve? Os números mostram que sim.

Dúvidas à parte, o mercado de artigos sensuais (ou eróticos), cujo surgimento se deu no fim da década de 1970, cresce de forma expressiva no Brasil e revela um novo perfil de consumidor. Somente em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), o segmento teve um acréscimo de 17%. Parece pouco diante de uma sociedade marcada por tabus sexuais, mas o índice reflete uma mudança radical nesse setor econômico.
Da água para o vinho. É assim que se pode traduzir a trajetória da empresária Alessandra de Lima Loureiro, 40, que há cinco anos trocou a venda de confecções infantis por roupas mais ´quentes`. Em 2006, virou sócia de uma sex shop com um amigo e tempos depois era a dona do negócio, inclusive modificando o nome. Nos últimos três anos, segundo Alessandra, o movimento cresceu 40%.
Entre ousadas lingeries, fantasias, cosméticos e ´brinquedinhos`, um universo misterioso e rentável. ´Os clientes chegam querendo melhorar a relação amorosa. Como não há vendedores do sexo masculino, a vergonha logo vai embora. Há o lado profissional, mas trabalhamos a questão educativa. Cria-se um ciclo de amizade entre consumidores assíduos`, revela.
Além de vender artigos com preços de R$ 5 a R$ 250, Alessandra ministra cursos de dança, pompoarismo (técnica oriental de prazer sexual), palestras e oferece serviço de fotos sensuais em estúdio. Segundo ela, 90% dos clientes são mulheres, com idade entre 28 e 45 anos, que gastam direto na loja. Os 10% restantes são homens que compram (por inibição) por telefone e recebem o pedido em casa.
Dados da Abeme revelam que o gasto médio dos brasileiros com produtos sensuais fica entre R$ 20 e R$ 50, cifra pequena, embora o poder aquisitivo tenha aumentado nos últimos anos. Os nordestinos contribuem com 14% do mercado e, em Pernambuco, os consumidores representam menos de 1% das vendas.
Fonte: Diário de Pernambuco
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Estou gostando muito!!!!!!!!!!
13:08
me tronei sua fã a partir do momento q li a reportagem,ainda quero chegar la ,se deus quiser,muito sucesso para nós…