Chance de comprar com maior privacidade é atrativo para a clientela
Luiz Ribeiro – Estado de Minas
Tetê Monteiro – Estado de Minas
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| Wladimar Dias diz que vendedoras, como Aneli Rodrigues, oferecem acessórios diversos que custam de R$ 5 a R$ 900. Clientes aprovam |
A venda de produtos eróticos de porta em porta está pegando fogo no Brasil. Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme) mostram que o comércio de itens criados para apimentar as relações cresce, em média, 15% ao ano e movimenta cerca de R$ 1 bilhão no país. Já algumas empresas do segmento que investem na oferta desses mesmos acessórios por catálogo registram, por mês, até 33% de alta nos negócios. Empresários que apostaram no “sex shop em domicílio” falam em aumento de até 200% nas vendas nos últimos três anos.
O trabalho de consultoras e revendedoras que da mesma forma que vendem roupas, bijuterias e cosméticos em domicílio comercializam de porta em porta produtos eróticos não aquece somente a relação, mas também os lucros do setor. As vendas são feitas basicamente de duas maneiras: mostruário dos itens por meio de catálogos ou levando as mercadorias à casa dos clientes.
O diretor executivo da Dona Flor, especializada em venda direta de produtos eróticos e sensuais, Pedro Brasil, conta que, quando criou a empresa, em 2007, a tiragem dos catálogos era de 50 unidades. Três anos depois, o volume é de 60 mil unidades. “A taxa média mensal de crescimento dos últimos dois anos tem sido de 33%. No Brasil, só não estamos presentes nos estados do Piauí e Acre”, afirma.
Espaço Em Minas, a Dona Flor atua há apenas cinco meses. Entretanto, já conta com distribuidores em Belo Horizonte, Uberaba (Triângulo), Montes Claros e Itacarambi, ambas no Norte do estado. “Ainda há muito espaço para crescer no mercado mineiro, onde já temos 2 mil revendedoras”, diz Brasil.
Segundo o empresário, a média nacional de valor comercializado por revendedora é de R$ 150. Em Minas, é um pouco inferior (R$ 120) e, no Amazonas, expressivamente superior (R$ 450). Os preços da centena de produtos do catálogo Dona Flor variam de R$ 3,40 a R$ 219.
Sem inibição Na Grande BH, a revendedora de produtos eróticos Cláudia Cristina Reis, há 13 anos no mercado de “sex shop a domicílio”, não se sente inibida em falar no assunto. Pelo contrário. “Não quero outra coisa para mim. Sempre gostei de algo para apimentar a relação e eu mesma tinha vergonha de comprar em um sex shop normal. Então, meu marido deu a ideia: ‘Por que você não começa a vender (os produtos eróticos)?’”, conta. Foi o que ela fez.
De acordo com Cláudia, ela começou a faturar melhor nos últimos cinco anos. Hoje, ela garante que todas as suas despesas, incluindo o carro que comprou, são pagas com o dinheiro da venda de produtos eróticos. Moradora de Pedro Leopoldo, na região metropolitana, a revendedora não tem limites geográficos para atuar. “O mercado está em todo lugar. Meu público é 100% feminino”, declara. “Também faço cursos para dar orientações e dicas de como usar os produtos, pois muitas clientes perguntam para mim o que não conseguem falar em um consultório.”
Cláudia usa pouco a venda por meio de catálogos. Ela gosta mesmo é de levar os produtos até a casa da cliente. A única exigência que faz é que estejam duas mulheres ou mais para fazer as compras, “para otimizar o negócio”. Quando começou, vendia apenas 15 produtos da linha cosméticos. Hoje, leva em seu carro mais de 300 itens, com preços que variam de R$ 10 a R$ 230. “Em média, a cada visita, não vendo menos que R$ 500. Mulheres de 18 a 80 anos compram meus produtos”, conclui.
Fonte: Estado de Minas
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Esta matéria é original ded Minas Gerais, quem souber o nome da loja, genileza nos informar aqui nos comentarios.
19:28
faltou o nome da loja da foto. mas sempre é legal materia dixando os leitores atualisados do ramo erotico.
fran